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terça-feira, 19 de maio de 2009

Upgrade no iPod touch

O site Mac Rumors divulgou que um novo modelo de iPod touch pode aparecer em breve. O aparelho deve ganhar um autofalante interno e uma câmera de 3.2 megapixels. Lembrando que o a do iPhone tem apenas 2.0 MPs.

Apesar de ser novidade, a capacidade do equipamento não impressiona muito, já que outros portáteis já conseguiram agregar câmeras de variam entre 5 e 8 MPs.

Talvez a idéia de “uma lente mais poderosa” esteja nos planos da Apple para a próxima versão do iPhone, que também pode sair ainda este ano.

E aí? Você acha que a Apple está enrolando para colocar uma câmera decente em seus dispositivos móveis?

sábado, 16 de maio de 2009

Novo iPhone poderia ter versão simplificada no Brasil

O possível lançamento de um novo modelo do iPhone - e também um novo iPod Touch - na metade do ano está gerando uma série de rumores e especulações na web. De acordo com um dos boatos, haveria até uma versão mais simples para mercados de países como o Brasil.

Apesar de preverem mudanças, em geral os analistas concordam que a Apple não deve arriscar em grandes modificações em seu smartphone, devido ao sucesso do modelo atual.
O blog Gizmodo acredita que a nova versão do smartphone, já apelidada de iPhone 4G, terá apenas um design mais fino do que o atual modelo 3G.
Os rumores relatados pelo Dvice vão um pouco mais longe. O blog fala na possibilidade de uma câmera de 3.2 MP (uma evolução em relação aos 2 MP do modelo atual), transmissão e recepção de rádio FM, edição de vídeo e conexão
Wi-Fi mais rápida.
O site Apple Insider sugere ainda que seriam lançadas em junho duas novas versões do iPhone. Uma versão mais sofisticada seria voltada ao mercado americano, enquanto outra, mais simples, seria comercializada em países como o Brasil, a China, a Índia e a Rússia, de acordo com o analista Daniel Amir.
Amir acredita que a versão mais sofisticada terá recursos de vídeo, uma câmera melhor e 32 GB de armazenamento. A versão mais simples não teria funções de vídeo, contaria com menor capacidade de armazenamento e possivelmente viesse sem Wi-Fi.
Uma nova versão do iPod touch também é esperada. Segundo rumores, a nova versão teria uma câmera e conectividade Wi-Fi de alta velocidade, informou o eWeek.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Produtos fantásticos que ninguém conhece


por Anne Louise Bannon/Corinne Iozzio


Dizem que tudo nos Estados Unidos é melhor, certo? Bem, embora esse possa ser o caso quando falamos de cheeseburgers, universidades e música pop, não é exatamente verdade quando o assunto é tecnologia. Na realidade, existem inúmeros produtos disponíveis em outros países que fariam até os tecnófilos americanos babar de inveja. Se isso é uma realidade nos EUA, imagine no América do Sul.

Por exemplo, não seria legal ter à disposição uma aparelho portátil que substituísse o seu laptop, seu telefone celular, sua câmera filmadora, seu GPS e o seu iPod? Pois o Miutech Hybrid Dual (vendido apenas na Coréia do Sul por cerca de US$ 500.00) é exatamente isso (veja foto acima). Ligeiramente maior do que um telefone celular comum, ele roda Windows XP e Linux Qplus, possui disco rígido de 30 ou 60GB, processador de até 1 GHz, teclado QWERTY completo, LCD de quatro polegadas e compatibilidade com Wi-Fi e Bluetooth 2.0.

Se você acha que o iPhone é elegante e esbelto, que tal conhecer o Samsung SGH-U100? Trata-se do smartphone mais fino do mundo, com apenas 5,9 milímetros de grossura. Mas esse pelo menos já dá para encontrar no Brasil por cerca de R$ 500,00.

Também no que diz respeito às HDTVs temos modelos como o Sony Bravia KDL-32JE1, que é uma LCD ecologicamente correta que funciona com apenas 89 watts de potência (ao contrário dos 160 watts que os modelos Bravia comuns utilizam) e é feita com plásticos reciclados retirados de televisões antigas e espuma de poliestireno.

A Pioneer está entrando no mundo do LCD também, mas apenas na Europa, com sua linha KURO, que inclui vários dos recursos já disponíveis nas tevês de plasma da companhia. A Coréia está levando os aparelhos GPS a um novo nível de excelência com o JATY DR7200. O dispositivo funciona à perfeição para navegação em carros, atividades de alpinismo e esportivas em geral, além de reproduzir vídeos, mostrar fotos, carregar e-books e possuir até mesmo um bafômetro embutido – tudo por trás de uma touchscreen de sete polegadas.

Por que, então, não vender essas e outras engenhocas em diversos países ao mesmo tempo? A resposta reside na cultura do consumidor de cada país. De acordo com Jeff Yang, colunista do jornal San Francisco Chronicle que escreve sobre cultura asiática, o mercado japonês, por exemplo, é guiado por gente ávida por novidades (em muitos casos, adolescentes) e que exige produtos de vanguarda o tempo todo – estando disposta a pagar caro por isso. Em outros países, porém, escreve Yang, “o consumir médio de eletrônicos se guia mais pelo custo-benefício dos aparelhos do que por seus recursos e sofisticação tecnológica.”

Porém, ainda resta aos tecnófilos mais impacientes alguma esperança de que produtos de última geração comecem a chegar ao mercado latino com maior rapidez. O crescente interesse por UMPCs (“ultra mobile PCs”) e telefones celulares multifuncionais, por exemplo, tem feito com que haja mais produtos de companhias como HP, ASUS, LG e Nokia nas prateleiras locais. As inovações da Apple geraram demanda para produtos de alta tecnologia – não só para clones do iPhone e do iPod. Sendo assim, alguns produtos lançados inicialmente no exterior acabam chegando ao mercado local também.

Novos celulares vêm com localizador e câmera inteligente

Chegaram às lojas brasileiras dois novos aparelhos celulares da Samsung, que vêm com tecnologias que aumentam a conectividade e oferecem mais segurança e opções de entretenimento. O S3500 e o S3600 têm tecnologia quad-band, que permite acesso à internet via WAP 2.0 e função uTrack, indicador da localização do aparelho em caso de perda ou roubo.

Com acabamento metalizado, o Samsung S3500 tem câmera de 2 Mp e função Smile Shot - que acompanha o rosto da pessoa fotografada, identifica o momento do sorriso e dispara automaticamente a foto -, além de rádio FM, conexão Bluetooth 2.0 e cartão de memória de 8 GB. O preço sugerido do S3500 é de R$ 549.

Em formato dobrável e revestido de metal escovado, o S3600 apresenta como atrativo câmera de 1.3 Mp, display de LCD com 262 mil cores, gravador de rádio FM e MP3 Player, conectividade Bluetooth e plataforma Java, ao preço sugerido de R$ 499.

Sony Ericsson lança celular que fotografa sorrisos automaticamente: previsível?


A Sony Ericsson lançou o primeiro celular com câmera que captura o sorriso das pessoas fotografadas da empresa. O Sony Ericsson C510 Cyber Shot vem com Smile Shutter, modelo com o recurso automático de fotografia.

O aparelho tem ainda canal de integração com o YouTube e o Facebook, com dispositivo de upload e downloads de vídeos, foco automático, câmera de 3.2 MP com Photo Light e Photo fix - de ajuste de luz, brilho e contraste - e já está disponível nas lojas.

O preço do Sony Ericsson C510 Cyber Shot, que vem em cores preto, prata e branco com vermelho, é de R$ 699.

Faculdade exige iPod Touch ou iPhone para alunos de graduação

A instituição americana diz que, a partir das turmas que começam este ano, aparelhos serão obrigatórios para envio de palestras pelo iTunes e informações sobre as aulas

As novas tecnologias continuam tomando conta das salas de aula e agora “estar conectado” é requerimento básico em uma faculdade dos Estados Unidos.

A Missouri University publicou uma regra que diz que, a partir das novas turmas que começam no outono deste ano (nos Estados Unidos, em setembro), todos os alunos de graduação de jornalismo são obrigados a ter ou um iPod Touch, ou um iPhone.

Segundo a universidade, o aparelho servirá para que os estudantes recebam palestras da própria faculdade, informações e outros complementos para as aulas assistidas. Os vídeos serão enviados pelo iTunes, a loja de mídias da Apple, e a universidade diz que não será cobrada nenhuma taxa para que os estudantes baixem os vídeos.

Segundo a faculdade, estes aparelhos foram os escolhidos porque, entre os que cumprem os requerimentos básicos para uso em aula, são os mais baratos.

Para os estudantes que provarem não ter condições de comprar ou o iPhone, ou o iPod Touch, a universidade oferece financiamentos, por meio de recursos para crédito estudantil do governo dos Estados Unidos.

Se a moda pega no Brasil, é melhor preparar o bolso. Um iPod Touch com oito gigabytes de memória, que é o mais barato entre estes dois aparelhos, pode custar perto de R$ 900.

iPhone com ouro e diamante custa mais de R$ 70 mil

Designers reformaram telefone da Apple, que é desbloqueado e tem 16 gigabytes de memória
por Época NEGÓCIOS Online

Quanto você pagaria por um iPhone? Apostando que muita gente gastaria muito dinheiro no aparelho da Apple, uma empresa inglesa desenvolveu um modelo feito em ouro maciço, com o famoso símbolo da maçã, de 22 centímetros, cravejado com 53 diamantes.

A empresa Stuart Huges é especializada em criar celulares e outros aparelhos de luxo, usando metais e pedras preciosas como matéria prima. O resultado da brincadeira com o iPhone é tão indiscreto quanto o próprio aparelho: 22,995 mil libras, equivalente a mais de R$ 70 mil.

O celular 3G tem 1 HD com capacidade de 16 gigabytes. Se você ficou interessado e o preço não te assustou, lá vai uma boa notícia: o telefone vem desbloqueado, pronto para receber o chip de qualquer operadora, em qualquer parte do mundo.

O trabalho foi feito a mão por quatro artistas, inclusive o próprio criador da empresa, Stuart Huges. Agora, resta saber quem tem coragem de atender as “preciosas ligações” em um telefone como este no meio da rua de uma grande cidade.

iPhone 3.0 tem nova versão beta

Reclamações a respeito das restrições da Apple a aplicativos "censuráveis" devem continuar com nova versão de teste do sistema

Desenvolvedores foram pegos de surpresa após a Apple lançar na quarta-feira (06/05) uma nova versão de testes do sistema operacional do iPhone, o iPhone OS 3.0 beta, e a segunda versão pública do iTunes 8.2.

No novo beta do iPhone 3.0 foram encontrados recursos de configuração de restrições de acesso embutidos no aparelho, que podem ser usados por pais que desejam filtrar o conteúdo do telefone de seus filhos.

A Apple já tem sido criticada por suas pesadas restrições que culminavam na censura de aplicativos, como o da banda Nine Inch Nails e do seriado South Park, por exemplo. A empresa justifica os bloqueios na distribuição pela presença de material que muitos usuários podem achar ofensivos.

Aplicativos de filtragem de conteúdo para o iPhone são formas que os usuários têm para acessar o que quiserem no aparelho enquanto os mantêm distantes do alcance de menores. A diferença, ao que parece, é que agora o aplicativo de filtragem não será opcional, mas virá pré-instalado no smartphone da Apple.

A conferência mundial de desenvolvedores da Apple, chamada de Worldwide Developer Conference (WWDC) deste ano acontecerá entre 8 e 12 de junho, em São Francisco, na Califórnia.

O lançamento da versão final do iPhone 3.0 é aguardada para o evento, bem como o novo sistema operacional para Mac, o Snow Leopard.



sexta-feira, 6 de março de 2009

Tecnologia Wimax

O WiMax (IEEE 802.16), que se encaixa na categoria de WMANs (wireless metropolitan area networks), promete levar acesso de alta velocidade aos pontos mais remotos, geralmente chamados de "last mile". Tudo isso, sem a presença de fios, ou seja, cabos telefônicos (ADSL), cabos coaxiais (cable-modems) e tudo mais que esteja relacionado à forma atual de se conectar à internet, passarão a fazer parte do passado da comunicação digital, que hoje tem sua maior manifestação sob o nome de internet. Em outras palavras, qualquer pessoa em qualquer lugar, através de diversos tipos de aparelhos (seja um simples desktop, notebook ou handheld), poderá acessar a web em alta velocidade através do WiMax. Para exercitar, podemos imaginar uma cena onde o turista sobe até o Cristo Redentor, abre o seu notebook e inicia uma video-conferência com a família, que está na Grécia. Em outra cena, podemos imaginar um empresário acessando a sua caixa corporativa, de dentro de seu iate particular, ancorado a oito quilômetros da costa. Para potencializar ainda mais essa dimensão, podemos nos lembrar de que hoje, qualquer tipo de acesso móvel popular é feito através de hotspots Wi-Fi (alcance máximo de 300 metros em boas condições, com velocidade máxima de 108Mps*) ou utilizando a cobertura das redes de telefonia celular, que começam a dar os primeiros sinais de 3G à vista. Outras tecnologias wireless também são amplamente empregadas no "abastecimento" de conectividade, empresarial ou residencial. A Motorola, por exemplo, já explora intensamente a comercialização e difusão de sua tecnologia proprietária chamada Canopy, mas atualmente, nenhuma tecnologia permite tamanha cobertura e velocidade de acesso.

A Intel é uma das principais defensoras e colaboradoras no desenvolvimento do WiMax (padrão 802.16 do IEEE). Até a Motorola, que já aposta fichas no Canopy, também participa do WiMax Forum. Todos sabem que o WiMax terá, com certeza, um grande impacto em nosso dia a dia. O envolvimento intenso de gigantes como a Intel e Motorola é uma prova significante disso. Só não se sabe exatamente quando e onde essa tecnologia vai estar disponível comercialmente.

Fatos e notícias podem nos ajudar no esbôço de algumas suposições. Recentemente, a Intel divulgou que, através de sua tecnologia, notebooks deverão ser compatíveis com WiMax até o início de 2006. Vale lembrar que a própria Intel desenvolveu e atualmente comercializa a tecnologia chamada Centrino™, que dá acesso Wi-Fi 11g/b à maioria dos notebooks comercializados hoje. Recentemente, a Intel começou a comercializar em larga escala o seu chip com codenome "Rosedale". O Rosedale, na verdade, é o system-on-a-chip (SoC) compatível com o 802.16-2004 que a Intel desenvolveu para que fabricantes possam produzir equipamentos compatíveis com a tecnologia WiMax. Logo em seguida, a Fujitsu também anunciou a produção em larga escala de seu SoC MB87M3400, que custa US$45 em lotes de mil.


Segundo a Intel, o surgimento do WiMax será divido em três estapas:

Na primeira, ainda no primeiro semestre de 2005, usuários poderão ter acesso através de de pontos "fixos" com antenas do tipo "outdoor". Nessa fase, aquele sítio do seu amigo passará a ter acesso broadband. O padrão para esse tipo de acesso é o 802.16-2004.

Na segunda etapa, provavelmente, no primeiro semestre de 2006, usuários terão acesso através de antenas do tipo "indoor" (isso significa que o seu próximo provedor de internet poderá ser wireless).

Na terceira e última fase, com o padrão 802.16e (WiMax móvel), a total mobilidade e portabilidade será realidade. Nessa fase, todos poderão acessar a internet com total liberdade de movimento, como por exemplo, a partir de um carro em movimento na rodovia.

Podemos dividir a história da internet em antes e depois do WiMax. Antes, as pessoas só podiam acessar a internet através de pontos físicos pré-estabelecidos, como cyber-cafés, salas de aeroporto com cobertura Wi-Fi ou através do computador residencial. Depois do WiMAX, as pessoas poderão acessar a web a partir de qualquer lugar: no camping, na rodovia, no sítio ou no Cristo Redentor. A internet, ou a conectividade à mesma, passará a fazer parte de nossas vidas da mesma forma que um simples relógio de pulso faz. Isso, graças às novas tecnologias sem fio que hoje nos permitem carregar smartphones, notebooks e handhelds compatíveis com elas.

Alguns países, como a Coréia do Sul, Inglaterra e China, são considerados alvos principais para a implementação de redes WiMax. Pilotos de WiMax já estão em funcinamento nos cinco continentes.

Se você acha que na China só há pessoas nas áreas iluminadas (vide mapa), você está enganado. As áreas iluminadas são apenas os principais centros urbanos (Xangai, Guangdong e Pequim). Empresas como a China Motion Telecom e Shenzhen Powercom não estão no WiMax Forum à toa. A Intel, juntamente com a Alvarion e China Unicom, já avança numa íntima relação com as autoridades locais, que tem como objetivo tornar o 802.16a o padrão para acesso de banda larga sem fio no país. Os pilotos em andamento em 7 cidades chinesas mostram bem isso.

A foto acima nos dá uma boa idéia dos principais aglomerados urbanos da atualidade. Podemos facilmente notar a densidade da costa leste americana, da Europa e o extremo no Japão, onde o país inteiro encontra-se iluminado. A foto também pode ser interpretada da seguinte forma: atualmente, a internet está mais presente nas áreas com maior iluminação. As áreas escuras representam altos custos de investimento em infra-estrutura para levar a internet através de formas tradicionais, via cabo/fibra ótica ou rádio proprietário.

Note a quantidade de áreas escuras, onde provavelmente a internet de banda larga ainda não chegou, pois nem todas as empresas de telecomunicações estão dispostas em investir em milhas de cabeamento terrestre, marítmo ou enlaces de rádio para abastercer uma pequena cidade com pouco mais de mil habitantes. Com a popularização da internet de alta velocidade via rádio, as chances de termos acesso rápido e de qualidade em regiões remotas aumenta consideravelmente. Para exemplificar a viabilidade disso, recentemente, a Intel demonstrou o funcionamento de uma rede WiMax na cidade de La Vegas. Para fazer tal demonstração, a Intel cobriu uma área de 800 km² com o sinal do WiMax. A algumas milhas de distância, era possível captá-lo com um equipamento especial, no meio do deserto.

No início, o WiMax não deverá competir diretamente com o acesso via cabo ou discado, pois será usado para cobrir o "last mile", onde o cabo dificilmente chegará. Regiões rurais e remotas serão as principais beneficiadas e, desde já, podem ser consideradas como os principais "alvos" do WiMax. A British Telecom, por exemplo, já realiza testes em algumas regiões rurais da Irlanda. Não faz muito sentido oferecer o WiMax em ambientes onde boa parte das residências e empresas já acessam a internet através de extensas malhas de cabos óticos ou metálicos. Por isso, muito provavelmente, o WiMax deve caminhar do campo em direção aos grandes centros.

Na última vez em que conversei com o Waldemar Niclevicz, ele pensava em como viabilizar a transmissão de sua próxima aventura através de um link via satélite.

WiMax, o Everest o aguarda.




por Ricardo Menezes.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Pendrive de 18 mm. Não é muito pequeno?

A tendência da tecnologia é reduzir as coisas. Quanto menor, menos espaço o dispositivo ocupa e, provavelmente, menos energia ele consome. Até aqui, parece uma ótima equação. Mas e essa história de lançar um pendrive com 18mm de largura?

Os japoneses se empenharam dessa vez. O dispositivo tem capacidade para 8GB e praticamente não ocupa espaço algum. O detalhe é que ele só não é menor por causa do conector USB, necessário para ligar o dispositivo ao PC. Ainda não há informações sobre preço e disponibilidade do produto...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Interlaced e progressive scan

Interlaced e progressive scan

Diferença entre os modos interlaced e progressive
Interlaced e progressive scan são nomes usados para descrever duas técnicas utilizadas para "desenhar" o conteúdo da tela:
O modo interlaced (entrelaçado), desenha em cada passagem metade das linhas da tela — as linhas pares ou ímpares — formando a ilusão de uma resolução maior transmitindo apenas metade da imagem formada.
Já o modo progressive desenha a tela inteira em uma única passada, transmitindo e exibindo todas as linhas da tela a cada atualização (refresh).

Terra de ninguém

Um novo conceito de internet que se desenvolve no mundo, a Web 2.0 da uma nova cara a internet e aos internautas.É muito difícil hoje encontrar alguém que nunca tenha visitado algum site ou se utilizado de alguma das vantagens da web 2.0. Há quem diga que não, mas provavelmente por não saber do que se trata, acredita nunca ter utilizado algo com o que tem contato todos os dias. Até porque as novas características da navegação são o que torna hoje este meio muito mais atraente a grande massa.A Web 2.0 permitiu a criação dos marshups, sites que utilizam o conteúdo de fontes diversas para criar um novo conteúdo, a criação de um enorme banco de dados e etc. Mas de todas as vantagens da nova fase da navegação, as mais relevantes sem dúvida são a possibilidade de participação dos usuários nos conteúdos dos sites e a facilidade com que isto pode ser feito.Esta é a causa pela qual comecei o texto dizendo que muitos já participam desta novidade on line e só não conhecem os conceitos. Afinal, quem nunca fez uma consulta a Wikipedia, não abriu uma página no Orkut ou nunca assistiu a um vídeo no You tube? Estes sites estão inseridos neste novo conceito de navegação e os textos que você lê, as fotos que vê e os vídeos que você assiste nada mais são do que uma cooperação de usuários como eu e você. Por isto também citei a atração das grandes massas.Este tipo de possibilidade estimula aos usuários a produzirem seus próprios conteúdos para depositar na rede. Neste momento insere-se e a participação da tecnologia low tech, ou seja baixa tecnologia, onde os usuários vão utilizar seus materiais domésticos, como as câmeras digitais de baixa e media resolução para criar fotografias e vídeos próprios. Vão também produzir seus próprios textos e deixar nos sites suas opiniões. Aqueles que antes eram apenas consultores e visitantes, agora participam na produção do conteúdo.Por esta razão a web 2.0 tem como desvantagem a própria vantagem. Como confiar num conteúdo que não se sabe se pode ou não confiar na fonte? Como todo mundo pode colocar sua produção, como acreditar na veracidade das imagens, ou dos textos? Estaria a internet se tornando cada vez mais uma ‘terra de ninguém?A verdade é que independente das respostas das duas primeiras perguntas, mais e mais usuários se beneficiam desta tecnologia principalmente pela facilidade com ela se apresenta. Já para a terceira e ultima questão acredita-se que a resposta seja sim.Um novo conceito de internet que se desenvolve no mundo, a Web 2.0 da uma nova cara a internet e aos internautas.É muito difícil hoje encontrar alguém que nunca tenha visitado algum site ou se utilizado de alguma das vantagens da web 2.0. Há quem diga que não, mas provavelmente por não saber do que se trata, acredita nunca ter utilizado algo com o que tem contato todos os dias. Até porque as novas características da navegação são o que torna hoje este meio muito mais atraente a grande massa.A Web 2.0 permitiu a criação dos marshups, sites que utilizam o conteúdo de fontes diversas para criar um novo conteúdo, a criação de um enorme banco de dados e etc. Mas de todas as vantagens da nova fase da navegação, as mais relevantes sem dúvida são a possibilidade de participação dos usuários nos conteúdos dos sites e a facilidade com que isto pode ser feito.Esta é a causa pela qual comecei o texto dizendo que muitos já participam desta novidade on line e só não conhecem os conceitos. Afinal, quem nunca fez uma consulta a Wikipedia, não abriu uma página no Orkut ou nunca assistiu a um vídeo no You tube? Estes sites estão inseridos neste novo conceito de navegação e os textos que você lê, as fotos que vê e os vídeos que você assiste nada mais são do que uma cooperação de usuários como eu e você. Por isto também citei a atração das grandes massas.Este tipo de possibilidade estimula aos usuários a produzirem seus próprios conteúdos para depositar na rede. Neste momento insere-se e a participação da tecnologia low tech, ou seja baixa tecnologia, onde os usuários vão utilizar seus materiais domésticos, como as câmeras digitais de baixa e media resolução para criar fotografias e vídeos próprios. Vão também produzir seus próprios textos e deixar nos sites suas opiniões. Aqueles que antes eram apenas consultores e visitantes, agora participam na produção do conteúdo.Por esta razão a web 2.0 tem como desvantagem a própria vantagem. Como confiar num conteúdo que não se sabe se pode ou não confiar na fonte? Como todo mundo pode colocar sua produção, como acreditar na veracidade das imagens, ou dos textos? Estaria a internet se tornando cada vez mais uma ‘terra de ninguém?A verdade é que independente das respostas das duas primeiras perguntas, mais e mais usuários se beneficiam desta tecnologia principalmente pela facilidade com ela se apresenta. Já para a terceira e ultima questão acredita-se que a resposta seja sim.





(EDILEUZA JORDANA)

Terra de ninguém

Um novo conceito de internet que se desenvolve no mundo, a Web 2.0 da uma nova cara a internet e aos internautas.É muito difícil hoje encontrar alguém que nunca tenha visitado algum site ou se utilizado de alguma das vantagens da web 2.0. Há quem diga que não, mas provavelmente por não saber do que se trata, acredita nunca ter utilizado algo com o que tem contato todos os dias. Até porque as novas características da navegação são o que torna hoje este meio muito mais atraente a grande massa.A Web 2.0 permitiu a criação dos marshups, sites que utilizam o conteúdo de fontes diversas para criar um novo conteúdo, a criação de um enorme banco de dados e etc. Mas de todas as vantagens da nova fase da navegação, as mais relevantes sem dúvida são a possibilidade de participação dos usuários nos conteúdos dos sites e a facilidade com que isto pode ser feito.Esta é a causa pela qual comecei o texto dizendo que muitos já participam desta novidade on line e só não conhecem os conceitos. Afinal, quem nunca fez uma consulta a Wikipedia, não abriu uma página no Orkut ou nunca assistiu a um vídeo no You tube? Estes sites estão inseridos neste novo conceito de navegação e os textos que você lê, as fotos que vê e os vídeos que você assiste nada mais são do que uma cooperação de usuários como eu e você. Por isto também citei a atração das grandes massas.Este tipo de possibilidade estimula aos usuários a produzirem seus próprios conteúdos para depositar na rede. Neste momento insere-se e a participação da tecnologia low tech, ou seja baixa tecnologia, onde os usuários vão utilizar seus materiais domésticos, como as câmeras digitais de baixa e media resolução para criar fotografias e vídeos próprios. Vão também produzir seus próprios textos e deixar nos sites suas opiniões. Aqueles que antes eram apenas consultores e visitantes, agora participam na produção do conteúdo.Por esta razão a web 2.0 tem como desvantagem a própria vantagem. Como confiar num conteúdo que não se sabe se pode ou não confiar na fonte? Como todo mundo pode colocar sua produção, como acreditar na veracidade das imagens, ou dos textos? Estaria a internet se tornando cada vez mais uma ‘terra de ninguém?A verdade é que independente das respostas das duas primeiras perguntas, mais e mais usuários se beneficiam desta tecnologia principalmente pela facilidade com ela se apresenta. Já para a terceira e ultima questão acredita-se que a resposta seja sim.Um novo conceito de internet que se desenvolve no mundo, a Web 2.0 da uma nova cara a internet e aos internautas.É muito difícil hoje encontrar alguém que nunca tenha visitado algum site ou se utilizado de alguma das vantagens da web 2.0. Há quem diga que não, mas provavelmente por não saber do que se trata, acredita nunca ter utilizado algo com o que tem contato todos os dias. Até porque as novas características da navegação são o que torna hoje este meio muito mais atraente a grande massa.A Web 2.0 permitiu a criação dos marshups, sites que utilizam o conteúdo de fontes diversas para criar um novo conteúdo, a criação de um enorme banco de dados e etc. Mas de todas as vantagens da nova fase da navegação, as mais relevantes sem dúvida são a possibilidade de participação dos usuários nos conteúdos dos sites e a facilidade com que isto pode ser feito.Esta é a causa pela qual comecei o texto dizendo que muitos já participam desta novidade on line e só não conhecem os conceitos. Afinal, quem nunca fez uma consulta a Wikipedia, não abriu uma página no Orkut ou nunca assistiu a um vídeo no You tube? Estes sites estão inseridos neste novo conceito de navegação e os textos que você lê, as fotos que vê e os vídeos que você assiste nada mais são do que uma cooperação de usuários como eu e você. Por isto também citei a atração das grandes massas.Este tipo de possibilidade estimula aos usuários a produzirem seus próprios conteúdos para depositar na rede. Neste momento insere-se e a participação da tecnologia low tech, ou seja baixa tecnologia, onde os usuários vão utilizar seus materiais domésticos, como as câmeras digitais de baixa e media resolução para criar fotografias e vídeos próprios. Vão também produzir seus próprios textos e deixar nos sites suas opiniões. Aqueles que antes eram apenas consultores e visitantes, agora participam na produção do conteúdo.Por esta razão a web 2.0 tem como desvantagem a própria vantagem. Como confiar num conteúdo que não se sabe se pode ou não confiar na fonte? Como todo mundo pode colocar sua produção, como acreditar na veracidade das imagens, ou dos textos? Estaria a internet se tornando cada vez mais uma ‘terra de ninguém?A verdade é que independente das respostas das duas primeiras perguntas, mais e mais usuários se beneficiam desta tecnologia principalmente pela facilidade com ela se apresenta. Já para a terceira e ultima questão acredita-se que a resposta seja sim.





(EDILEUZA JORDANA)

"Comunicação 2.0"

Esse momento em que estamos passando é crucial pois já podemos escolher o que irá passar em "nossas" programações, e eu faço questão de frisar que pelo fato de escolhermos a programação, ela passa a ser nossa.Hoje, com a grande quantidade de canais e conteúdos segmentados, fica muito mais fácil para nós montarmos nossas próprias grades, ignorando totalmente o que já nos é pré-definido pelas emissoras.Podemos chamar essa nova geração televisiva de TV 2.0, geração essa marcada pela grande possibilidade de atuação e interação dos usuários desta.Neste grande pacote da "nova era" digital nós também temos a Web 2.0, cujo a característica é muito semelhante à TV 2.0: Interatividade, personalização de conteúdo e administração própria daquilo que vai ser postado, divulgado e "popularizado" por meio da Internet.Em meio a toda essa tecnologia, qual será o destino da publicidade que sempre está presente nos "reclames do plin-plin"? Qual será o futuro das propagandas e dos "merchans" que assolam os intervalos de nossos programas? Uma resposta muito simples para essas questões é que a publicidade e esse mercado (fundamental em uma sociedade altamente capitalista) já está a acompanhar essa convergência (se é que podemos chamar assim esse fenômeno).No compulsion.com podemos ver um exemplo disso, o usuário assiste ao vídeo que desejar, e ao se interessar por algum objeto que esteja contido no vídeo, ele precisa apenas clicar sobre a imagem exibida e logo é aberto um link com informações desse produto, direcionando-o para uma página em que ele possa comprar esse objeto ou apenas obter mais informações sobre o mesmo.É nesse cenário que a comunicação começa a ganhar novas ferramentas e acompanha essa evolução. Quem sabe já não estamos entrando em uma nova geração da comunicação e vivendo-a em "versão 2.0"? O nosso presente nos permite conjecturar.





(CLAUDIO VENTURA)

TV 2.0: Os protagonistas somos nós!

Sou do tempo em que a televisão só pegava 4 canais, isso quando a antena funcionava direito. Hoje não faço idéia de a quantos canais tenho acesso graças à TV a cabo e principalmente à internet, com uma enorme variedade de programas prontos para serem baixados, ou assistidos via streaming. A verdade é que não somos mais os mesmos telespectadores desde o advento da world wide web. A rede mundial abriu os segredos da velha caixa de fazer doidos, e nos permitiu participar mais ativamente dessa loucura. Já não somos mais escravos da programação das emissoras. Assistimos aos nossos programas favoritos na hora em que quisermos, onde quisermos, e da maneira que quisermos.Veja o exemplo dos seriados norte-americanos. Vinte anos atrás, na carência de conteúdo brasileiro, as séries dos EUA dominavam a programação das TVs abertas. E ninguém se preocupava se Alf, o E.T. Teimoso ou Esquadrão Classe A eram exibidos por aqui com atraso em relação aos Estados Unidos, ou se os episódios eram exibidos na ordem cronológica correta. Ainda não havia internet ao nosso alcance para saber disso. Hoje, os fãs não têm mais paciência de esperar meses, ou até um ano inteiro, para assistir aos seus programas favoritos. A grande teia mundial uniu os telespectadores do mundo inteiro. Possibilitou eles a assistirem, no mesmo período de tempo, aos mais recentes episódios de seriados como Heroes e 24 Horas. E quem esperar pela exibição no Brasil, seja na TV fechada ou TV aberta, corre o risco de perder o fator surpresa das tramas, e conseqüentemente o interesse pelas séries. Sem contar o fato de que a internet tornou-se uma poderosa extensão do conteúdo exibido na TV, permitindo variadas discussões em fóruns especializados e até a criação de tramas paralelas que complementam a história dos seriados.E agora chega o Joost, prometendo revolucionar ainda mais a relação público-televisão. Desenvolvido pelos mesmos criadores do Skype, o Joost ainda está em versão beta, e é necessário um convite para utilizá-lo. Mas seu layout agradável, sua interface simples, e a variedade de canais e programas disponíveis já demonstram ser fortes atrativos, além da praticidade de assistir à TV a qualquer momento. Os gigantes da mídia estão de olhos bem abertos. Empresas como a Viacom e CBS já investiram cerca de 45 milhões de dólares no Joost, e Sony e Warner estão entre os grupos que fecharam acordos de conteúdo com a TV on-line. No meio de tanta liberdade de escolha, onde entrariam as propagandas? É sabido que grande parte do público não tem muita paciência em esperar pelo próximo bloco, e geralmente acaba zapeando por outros canais durante os intervalos comerciais. E o merchandising embutido nos próprios programas muitas vezes soa invasivo e forçado. As novas tecnologias de transmissão parecem, a princípio, não abrir espaço para o formato tradicional de publicidade na TV. Como então vender para telespectadores com cada vez mais controle sobre aquilo que assistem?Duas tendências presentes na internet podem responder a essa questão. Uma delas é o Compulsion, uma ferramenta que permite criar áreas clicáveis diretamente em vídeos. Exemplo: você está assistindo a um episódio de Lost através da web, e você se interessou por uma camiseta que o Charlie está usando numa determinada cena. Basta clicar na tal camiseta e você é direcionado ao site de uma loja onde poderá comprá-la. E essa tecnologia não presta apenas um grande serviço para a publicidade on-line, pois qualquer elemento do vídeo pode também levar o internauta a outros tipos de sites e informações. No site do Compulsion há diversos exemplos de como funciona esse sistema. Bem mais sutil do que empurrar para o público uma marca famosa que não faz sentido algum para o andamento do programa.A outra tendência envolve uma certa inversão de papéis. Grandes marcas como Budweiser e Audi agora usam a mesma mídia que vende seus produtos para produzir programas de TV para seus consumidores, em canais criados pelas próprias empresas. A Bud.TV, da Budweiser, oferece diversos shows de comédia, esportes e entretenimento, que rendem bons assuntos numa mesa de bar. Já o Audi Channel transmite programas na linha de documentários e viagens, e promete em breve exibir produções de Hollywood onde os carros da montadora aparecem com destaque. Duas iniciativas que elevam o conceito de branding a um inovador patamar.O muro de Berlim que estava na telinha da TV já não está mais de pé. O telespectador da geração 2.0 ultrapassou a fronteira sabendo o que quer.E quem está do outro lado dessa relação vai ter que aprender o caminho inverso dessa estrada da comunicação.
(LUÍS GUILHERME RODRIGUES)

WEB 2.0 - Você é o administrador da Web!

  • O termo "web 2.0" é utilizado para descrever a segunda geração do world wide web (www) - tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente online se torne mais dinâmico e que os usuários colaborempara a organização do conteúdo.
    (Folha online)
  • A web 2.0 na verdade funciona de forma que o usuário possa tirar o máximo de proveito possível dos softwares que rodam nela. Neles, os softwares são eternos betas, com o objetivo de estarem sendo alterados, corrigidos e melhorados o tempo todo de acordo com o seu uso, pelo usuário.. Algumas aplicações web 2.0 o permitem a personalização do conteúdo mostrado por cada usuário, sob a forma de página pessoal, permitindo a ele a filtragem de informação que ele considera relevante.
    (TIM O'REILLY)